MUNDIAL 2026: AS OITO SELEÇÕES QUE AINDA SONHAM COM O TÍTULO

França, Marrocos, Espanha, Bélgica, Noruega, Inglaterra, Argentina e Suíça seguem na corrida pelo Mundial 2026. Veja quem ainda luta pela taça.

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Belisa Godinho

7/9/20265 min ler

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MUNDIAL 2026: AS OITO SELEÇÕES QUE AINDA SONHAM COM O TÍTULO — A CORRIDA GLOBAL RUMO À GLÓRIA

I. O Mundo em Suspense: Oito Nações, Um Sonho

O Mundial de Futebol da FIFA 2026 entrou na sua fase mais intensa. Depois de semanas de competição, surpresas, quedas dramáticas e ascensões improváveis, apenas oito seleções permanecem vivas na corrida pelo troféu mais desejado do desporto mundial. A partir deste momento, cada jogo é uma batalha existencial: não há margem para erro, não há segunda oportunidade. O que está em jogo não é apenas a glória desportiva, mas também o peso simbólico de representar um país inteiro num palco global.

As seleções que continuam na luta são: França, Marrocos, Espanha, Bélgica, Noruega, Inglaterra, Argentina e Suíça. Todas elas chegaram aos quartos de final com trajetórias distintas, narrativas únicas e expectativas que variam entre o favoritismo histórico e a ousadia das revelações.

Este é o retrato completo da corrida ao título — uma análise profunda, contextualizada e emocionalmente envolvente, no estilo editorial premium da W Magazine Portugal.

II. França: O Gigante que Quer Recuperar o Trono

A França chega aos quartos de final com o estatuto de favorita. A equipa de Didier Deschamps tem demonstrado consistência, profundidade tática e uma capacidade ofensiva que intimida qualquer adversário. Kylian Mbappé, já com vários golos na competição, continua a ser o epicentro da narrativa francesa — um jogador que carrega não apenas o peso da camisola, mas também a expectativa de uma geração que o vê como o sucessor natural de Messi e Cristiano Ronaldo no panteão dos maiores de sempre.

A França eliminou o Paraguai por 1–0, num jogo de controlo absoluto, e agora enfrenta Marrocos.

III. Marrocos: A Continuação de um Sonho Africano

Marrocos não é apenas uma seleção em competição — é uma história viva. Depois da campanha histórica de 2022, os Leões do Atlas provaram que não foram uma exceção, mas sim uma nova potência emergente do futebol mundial.

A vitória por 3–0 sobre o Canadá confirmou a solidez da equipa, que combina disciplina defensiva com uma capacidade de transição rápida que desconcerta adversários mais tradicionais.

Marrocos volta a carregar o orgulho africano, sendo a única seleção do continente ainda em prova. O duelo contra a França é mais do que um jogo: é uma narrativa épica entre tradição e ascensão.

IV. Espanha: A Fúria que Quer Voltar ao Topo

A Espanha chega aos quartos de final com uma mistura de juventude, técnica e resiliência. A vitória por 1–0 sobre Portugal, com golo nos acréscimos, reforçou a imagem de uma equipa que sabe sofrer e sabe vencer.

A Fúria enfrenta agora a Bélgica num duelo europeu de altíssima intensidade. A equipa espanhola tem mostrado capacidade de controlar o ritmo dos jogos, mas também fragilidades que podem ser exploradas por adversários mais físicos.

V. Bélgica: A Geração que Recusa Desistir

A Bélgica, que muitos consideravam já numa fase de transição, surpreendeu ao eliminar os Estados Unidos com uma goleada por 4–1. A equipa parece ter encontrado equilíbrio entre experiência e renovação, com jogadores que carregam a herança da “geração dourada” e novos talentos que trazem frescura ao plantel.

O duelo contra a Espanha promete ser um dos mais equilibrados dos quartos de final.

VI. Noruega: A História que Ninguém Previu

A Noruega é, talvez, a narrativa mais inesperada desta fase. Liderada por Erling Haaland, a equipa nórdica eliminou o Brasil — uma das maiores potências do futebol mundial — com uma vitória por 2–1.

A presença da Noruega nos quartos de final não é apenas uma surpresa: é um sinal claro de que o futebol europeu está a viver uma nova redistribuição de forças. O confronto com a Inglaterra será um choque entre estilos: a verticalidade norueguesa contra a experiência inglesa.

VII. Inglaterra: A Tradição que Quer Romper o Ciclo

A Inglaterra chega aos quartos de final com uma campanha sólida. A vitória por 3–2 sobre o México mostrou uma equipa madura, capaz de controlar momentos de pressão e de responder com eficácia.

Os ingleses carregam o peso histórico de décadas de expectativas e frustrações. Este Mundial pode ser o momento de viragem — mas para isso terão de superar uma Noruega que joga sem medo.

VIII. Argentina: Messi e a Última Dança da Esperança Sul-Americana

A Argentina protagonizou uma das viradas mais emocionantes do Mundial ao derrotar o Egito por 3–2, depois de estar a perder por 2–0. Lionel Messi continua a ser o coração da equipa, mesmo numa fase avançada da carreira. A Argentina é a única representante da América do Sul ainda em prova, carregando o peso de um continente inteiro.

O duelo contra a Suíça será decisivo para perceber se a equipa tem consistência suficiente para chegar novamente à final.

IX. Suíça: A Frieza que Pode Surpreender

A Suíça garantiu a última vaga ao vencer a Colômbia nos penáltis. É uma equipa pragmática, organizada e com uma capacidade defensiva que pode complicar a vida da Argentina. Não é favorita — mas é exatamente isso que a torna perigosa.

X. Os Confrontos das Quartas de Final

Todos os jogos estão oficialmente definidos:

  • França x Marrocos — 9 de julho

  • Espanha x Bélgica — 10 de julho

  • Noruega x Inglaterra — 11 de julho

  • Argentina x Suíça — 12 de julho

Cada um destes encontros é uma narrativa própria, com impacto direto no desenho das meias-finais e, inevitavelmente, na grande final marcada para 19 de julho.

XI. O Que Está Verdadeiramente em Jogo

O Mundial 2026 não é apenas uma competição desportiva. É um espelho das tensões, esperanças e identidades globais. Cada seleção carrega consigo uma história nacional, uma cultura, uma forma de estar no mundo. Quando entram em campo, não representam apenas jogadores — representam milhões de pessoas que veem no futebol uma forma de expressão coletiva.

As oito seleções que permanecem na corrida são, por isso, mais do que equipas: são símbolos vivos de resiliência, ambição e sonho.

XII. Conclusão: A Estrada para a Glória Está Aberta

Com apenas oito seleções ainda em prova, o Mundial 2026 entra na sua fase mais emocionante. França e Inglaterra carregam o peso do favoritismo. Marrocos e Noruega trazem a magia das narrativas improváveis. Espanha e Bélgica representam a luta europeia pela supremacia. Argentina carrega o coração de um continente. A Suíça, silenciosa, observa e espera o momento certo para surpreender.

A corrida está aberta. O mundo observa. E a história está prestes a ser escrita.

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A Seleção está a preparar-se para muito mais do que um Mundial — está a preparar-se para inspirar um país inteiro. E Belisa Godinho - W Magazine está a dar informação oficial FIFA World Cup 2026.

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